21 de set de 2011

Para que atualidades?

Bucky
(Pra você que teve infância)
Um dia desses estava conversando com um amigo meu e relembrando os bons e velhos animes, lembramos do Bucky... Bem na realidade ele lembrou.
 O anime começou a ser passado na TV aberta em 2000 / 2001 no canal 21 esse mesmo que você pensou, O canal que inspirou o 'SER-Otaku' na minha geração xD
Agora vamos ao que interessa... espere eu dar um CTRL + C, CTRL + V na Wikipedia ^_^

Opa achei um site melhor xD 

O anime é muito esquisito em tudo. A história começa quando Bucky, uma criança megalomaníaca que quer governar o mundo, é escolhida por Spaak para ser seu substituto como Grande Criança. Grandes Crianças são heróis do povo, normalmente escolhidas através de teste. A mais forte delas era Spaak. Elas ganham um companheiro, um Espírito, que são bolinhas cor de rosa que explodem quando abrem as mãos. O de Bucky é chamado muito apropriadamente de Esquisito. Cada Espírito é diferente do outro, através de detalhes como cabelo, tapa-olho, batom, etc. Para ser reconhecido como Grande Criança, a criança em questão tem de viajar até a Torre Pontiaguda, pelo sentido horário (a GC do Mundo 11 só tem que andar uma ”casa“? Sacanagem com o Bucky!), onde ganha sua especialização.
No caminho, Bucky enfrenta muitos inimigos, sejam outras GC, sejam Monstros Encrenqueiros, os quais são monstros alterados por um veneno que os deixa mais fortes e maus. Ele também ganha aliados, sendo os principais um Monstro-Guia (monstro que ajuda a GC a se deslocar, o de Bucky é uma galinha gorda que quanto mais come, mais cresce), além de Pinky e Kai, Grandes Crianças que o acompanham. Personagens secundários aparecem aos montes na série. Seu grande inimigo é Slash, criador do Veneno do Despertar. Há muito homossexualismo no desenho, além de uma espécie de Grande Criança travesti, o que eu acho bom, pois ajuda a quebrar tabus. O roteiro é muito esquisito e ilógico mesmo, mas para gostar deste anime o cérebro tem que estar meio desligado.
No quesito técnico, Bucky é amado por uns e odiado por outros. O traço é sujo e os personagens são normalmente feios, muito feios. Os espíritos que o digam. São pequenos monstrinhos horrorosos. A exceção são Spaak e Slash, ambos com um traço e um estilo de luta muito bonitos e estilosos. Mas a mesma estranheza pode ser considerado um ponto forte, pois isto acaba dando um estilo próprio a Bucky que o diferencia do padrão de traço de animes. As cenas são fluidas, e as lutas são interessantes, variadas e freqüentes. A parte sonora é bem feita, mas sem nenhum grande destaque. A dublagem brasileira foi bem feita, e creio eu que não houve muitos cortes ou alterações no roteiro, já que detalhes comumente censuráveis em um desenho, como o homossexualismo e a violência, foram mantidos.
Bucky não é uma série comum, e esta originalidade é sua grande vantagem. Não é nem de longe recomendado para pessoas que querem algo sério, inovador e complexo. É apenas diversão sem noção e descompromissada. Vale a pena para quem quer fugir um pouco do padrão de animes no mercado ou só relaxar um pouco.



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